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World Mosquito Program Brasil
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Somos o #MétodoWolbachia Eficácia comprovada no combate a dengue, Zika e chikungunya Conduzido no Brasil pela Fiocruz

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“Hmmm… cheirinho de sangue fresco”. Para as fêmeas de Aedes aegypti, a principal refeição do dia, assim como para nós humanos, é o café da manhã.

É bom dizer também que esses mosquitos podem picar a qualquer hora do dia, mas o pico dessa atividade acontece ao amanhecer e ao entardecer, assim como nesse período do dia é o momento em que normalmente machos e fêmeas cruzam. 

Dentro de casa, é possível você presenciar uma fêmea de Aedes aegypti picando uma pessoa à noite. Isso normalmente acontece quando alguém se aproxima do local onde aquela fêmea está abrigada. 

Os mosquitos podem picar em qualquer local do corpo humano, mas é muito comum picar na altura dos pés e das pernas, onde normalmente se concentram as moléculas de CO² e componentes do suor, principais moléculas detectadas pelo Aedes aegypti para encontrar os humanos.

Você tem alguma curiosidade sobre o Aedes aegypti? Deixe sua pergunta nos comentários.

Fonte: Dengue: teorias e práticas, pela @editorafiocruz.

“Hmmm… cheirinho de sangue fresco”. Para as fêmeas de Aedes aegypti, a principal refeição do dia, assim como para nós humanos, é o café da manhã. É bom dizer também que esses mosquitos podem picar a qualquer hora do dia, mas o pico dessa atividade acontece ao amanhecer e ao entardecer, assim como nesse período do dia é o momento em que normalmente machos e fêmeas cruzam. Dentro de casa, é possível você presenciar uma fêmea de Aedes aegypti picando uma pessoa à noite. Isso normalmente acontece quando alguém se aproxima do local onde aquela fêmea está abrigada. Os mosquitos podem picar em qualquer local do corpo humano, mas é muito comum picar na altura dos pés e das pernas, onde normalmente se concentram as moléculas de CO² e componentes do suor, principais moléculas detectadas pelo Aedes aegypti para encontrar os humanos. Você tem alguma curiosidade sobre o Aedes aegypti? Deixe sua pergunta nos comentários. Fonte: Dengue: teorias e práticas, pela @editorafiocruz. #picada #Aedesaegypti #amanhecer #femea #cafedamanha #saude #mosquito #divulgacaocientifica #ciencia

“Olha ele ali! Pega o inseticida pra jogar nele. Mata, mata, mata!”. Vamos falar sobre os métodos de controle químico? Como o próprio nome diz, essa forma de controle utiliza substâncias químicas para eliminar insetos transmissores de doenças.

O inseticida doméstico é a substância mais popular que faz parte dessa forma de controle. É comum esse produto estar na lista de compras dos brasileiros. 

 A classe de inseticida mais usada é a dos piretróides. Eles atuam sobre o sistema nervoso dos insetos ocasionando sua morte. Ficaram populares por serem mais ativos, desalojantes, estáveis, biodegradáveis e não intoxicar agudamente aves e mamíferos. 

O fumacê também é um método de controle químico e foi importante em décadas anteriores para o controle do Aedes aegypti e das doenças que ele transmite. Bom lembrar dos larvicidas, utilizados para matar as larvas do mosquito. E também está nessa lista, o repelente, mas nesse caso o vetor não é eliminado com seu uso, apenas afastado. 

O grande problema ocasionado pelo uso excessivo de substâncias químicas para o controle desse vetor foi a resistência que os insetos adquiriram ao longo dos anos. Resumidamente, os produtos matam os Aedes aegypti mais vulneráveis ao princípio ativo e os mais resistentes sobrevivem, passando essa resistência para as futuras gerações de mosquitos. 

Que alternativas você daria para não utilizar produtos químicos no controle do Aedes aegypti?

“Olha ele ali! Pega o inseticida pra jogar nele. Mata, mata, mata!”. Vamos falar sobre os métodos de controle químico? Como o próprio nome diz, essa forma de controle utiliza substâncias químicas para eliminar insetos transmissores de doenças. O inseticida doméstico é a substância mais popular que faz parte dessa forma de controle. É comum esse produto estar na lista de compras dos brasileiros. A classe de inseticida mais usada é a dos piretróides. Eles atuam sobre o sistema nervoso dos insetos ocasionando sua morte. Ficaram populares por serem mais ativos, desalojantes, estáveis, biodegradáveis e não intoxicar agudamente aves e mamíferos. O fumacê também é um método de controle químico e foi importante em décadas anteriores para o controle do Aedes aegypti e das doenças que ele transmite. Bom lembrar dos larvicidas, utilizados para matar as larvas do mosquito. E também está nessa lista, o repelente, mas nesse caso o vetor não é eliminado com seu uso, apenas afastado. O grande problema ocasionado pelo uso excessivo de substâncias químicas para o controle desse vetor foi a resistência que os insetos adquiriram ao longo dos anos. Resumidamente, os produtos matam os Aedes aegypti mais vulneráveis ao princípio ativo e os mais resistentes sobrevivem, passando essa resistência para as futuras gerações de mosquitos. Que alternativas você daria para não utilizar produtos químicos no controle do Aedes aegypti? #quimica #Aedesaegypti #mosquito #inseticida #veneno #fumace #repelente #larvicida #ciencia #divulgacaocientifica #Fiocruz #inseto

É a epidemiologia do WMP Brasil que mostra se o Método Wolbachia está gerando  impactos na transmissão de arboviroses na região onde liberamos os Wolbitos, Aedes aegypti com Wolbachia. 
 
Sabe como fazemos isso? Avaliando os dados das Secretarias Municipais de Saúde que mostram o número de casos de dengue, Zika e chikungunya nos locais de atuação da iniciativa. 
 
É através dos dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) recebidos das Secretarias Municipais de Saúde parceiras do WMP Brasil que a equipe faz essa análise. Esse sistema tem como objetivo coletar, transmitir e disseminar dados gerados rotineiramente pelo Sistema de Vigilância Epidemiológica das três esferas de governo, municipal, estadual e federal. 
 
Para as análises de impacto, a equipe também verifica a frequência de Wolbachia nas áreas de atuação do Método Wolbachia. A partir do cruzamento dessa informação e do número de casos de doenças, é possível medir o impacto das liberações dos Wolbito em cada região.

É a epidemiologia do WMP Brasil que mostra se o Método Wolbachia está gerando impactos na transmissão de arboviroses na região onde liberamos os Wolbitos, Aedes aegypti com Wolbachia. Sabe como fazemos isso? Avaliando os dados das Secretarias Municipais de Saúde que mostram o número de casos de dengue, Zika e chikungunya nos locais de atuação da iniciativa. É através dos dados do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (SINAN) recebidos das Secretarias Municipais de Saúde parceiras do WMP Brasil que a equipe faz essa análise. Esse sistema tem como objetivo coletar, transmitir e disseminar dados gerados rotineiramente pelo Sistema de Vigilância Epidemiológica das três esferas de governo, municipal, estadual e federal. Para as análises de impacto, a equipe também verifica a frequência de Wolbachia nas áreas de atuação do Método Wolbachia. A partir do cruzamento dessa informação e do número de casos de doenças, é possível medir o impacto das liberações dos Wolbito em cada região. #saude #Epidemiologia #sinan #SUS #vigilancia #Wolbachia #dengue #Zika #Chikungunya #Arboviroses

 
O Método Wolbachia está chegando em novos bairros de Campo Grande (MS) para ajudar no combate a dengue, Zika e chikungunya. A partir desta segunda-feira, dia 5, vamos começar a segunda fase de liberações dos Wolbitos atendendo novas áreas da cidade. 

Os bairros que vão receber os Wolbitos neste momento fazem parte da segunda fase de implementação do Método Wolbachia em Campo Grande. Ao todo são 10 bairros: Taquarussú, Jacy, América, Jockey Club, Parati, Piratininga, Pioneiros, Alves Pereira, Los Angeles e Centro Oeste.

A primeira fase de liberações se encerra hoje, mas não se preocupe, pois o monitoramento dos mosquitos com Wolbachia vai continuar por mais quatro meses. Isso porque é muito importante sempre avaliar se o nível de proteção em cada região está crescendo. 

É bom lembrar que já estamos realizando, desde 21 de maio, ações de engajamento comunitário nos bairros que compõem a terceira fase de implementação do método na cidade. É um total de 16 bairros: Carlota, Dr. Albuquerque, Jardim Paulista, Maria Aparecida Pedrossian, Rita Vieira, São Lourenço, TV Morena, Vilasboas, Universitário, Tiradentes, Chácara Cachoeira, Chácara dos Poderes, Noroeste, Veraneio, Estrela Dalva e Carandá.
 
Você é de Campo Grande(MS)? Se sim, escreva o seu bairro nos comentários.

@prefeituradecampogrande  @governoms  @sesau_cg  @ufmsoficial  @oficialfiocruz @minsaude

O Método Wolbachia está chegando em novos bairros de Campo Grande (MS) para ajudar no combate a dengue, Zika e chikungunya. A partir desta segunda-feira, dia 5, vamos começar a segunda fase de liberações dos Wolbitos atendendo novas áreas da cidade. Os bairros que vão receber os Wolbitos neste momento fazem parte da segunda fase de implementação do Método Wolbachia em Campo Grande. Ao todo são 10 bairros: Taquarussú, Jacy, América, Jockey Club, Parati, Piratininga, Pioneiros, Alves Pereira, Los Angeles e Centro Oeste. A primeira fase de liberações se encerra hoje, mas não se preocupe, pois o monitoramento dos mosquitos com Wolbachia vai continuar por mais quatro meses. Isso porque é muito importante sempre avaliar se o nível de proteção em cada região está crescendo. É bom lembrar que já estamos realizando, desde 21 de maio, ações de engajamento comunitário nos bairros que compõem a terceira fase de implementação do método na cidade. É um total de 16 bairros: Carlota, Dr. Albuquerque, Jardim Paulista, Maria Aparecida Pedrossian, Rita Vieira, São Lourenço, TV Morena, Vilasboas, Universitário, Tiradentes, Chácara Cachoeira, Chácara dos Poderes, Noroeste, Veraneio, Estrela Dalva e Carandá. Você é de Campo Grande(MS)? Se sim, escreva o seu bairro nos comentários. @prefeituradecampogrande @governoms @sesau_cg @ufmsoficial @oficialfiocruz @minsaude #ms #campogrande #cg #saude #Wolbito #MétodoWolbachia #Wolbachia #liberacao #Fiocruz #ciencia #dengue #Zika #Chikungunya #bairros

Você sabia que o mosquito Aedes aegypti já foi erradicado de quase todos os países das Américas?

O Brasil foi considerado livre do vetor pela Organização Mundial de Saúde em 1958. As ações de erradicação começaram no início do século 20, quando o Aedes aegypti era uma preocupação em saúde pública por ser transmissor da febre amarela urbana. 

Nas décadas de 1930 e 1940, foram executadas intensas campanhas de erradicação de Aedes aegypti nas Américas. Em 1947, a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) coordenou a eliminação do mosquito no continente, através do Programa de Erradicação do Aedes aegypti no hemisfério ocidental.

A ação teve grande sucesso, porém entre 1970 e 1990, quando a Febre Amarela deixou de ser um problema no continente, houve o enfraquecimento dos programas. Essa redução nos investimentos e mudança de prioridades em saúde pública fez o mosquito retornar.

Nos dias de hoje, com a elevada complexidade dos centros urbanos, é ainda mais difícil eliminar os mosquitos e, por isso, o Método Wolbachia é importante como alternativa complementar para o controle da dengue, Zika e chikungunya.

Você acha que ainda é possível acabar com o Aedes aegypti nos dias atuais?

Fonte: "A erradicação do Aedes aegypti: febre amarela, Fred Soper e saúde pública nas Américas (1918-1968)", de Rodrigo Cesar da Silva Magalhães, pela @editorafiocruz.

Você sabia que o mosquito Aedes aegypti já foi erradicado de quase todos os países das Américas? O Brasil foi considerado livre do vetor pela Organização Mundial de Saúde em 1958. As ações de erradicação começaram no início do século 20, quando o Aedes aegypti era uma preocupação em saúde pública por ser transmissor da febre amarela urbana. Nas décadas de 1930 e 1940, foram executadas intensas campanhas de erradicação de Aedes aegypti nas Américas. Em 1947, a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) coordenou a eliminação do mosquito no continente, através do Programa de Erradicação do Aedes aegypti no hemisfério ocidental. A ação teve grande sucesso, porém entre 1970 e 1990, quando a Febre Amarela deixou de ser um problema no continente, houve o enfraquecimento dos programas. Essa redução nos investimentos e mudança de prioridades em saúde pública fez o mosquito retornar. Nos dias de hoje, com a elevada complexidade dos centros urbanos, é ainda mais difícil eliminar os mosquitos e, por isso, o Método Wolbachia é importante como alternativa complementar para o controle da dengue, Zika e chikungunya. Você acha que ainda é possível acabar com o Aedes aegypti nos dias atuais? Fonte: "A erradicação do Aedes aegypti: febre amarela, Fred Soper e saúde pública nas Américas (1918-1968)", de Rodrigo Cesar da Silva Magalhães, pela @editorafiocruz. #Aedesaegypti #FebreAmarela #dengue #mosquito #erradicacao #opas #OMS #historia #SaudePublica #brasil

Você sabia que são as fêmeas de mosquito que nos picam e não os machos? Elas fazem isso para desenvolver seus ovários e, assim, conseguirem colocar seus ovos. 

O interessante é que as fêmeas de Aedes aegypti, diferentemente de outros mosquitos, suga o sangue de várias pessoas em cada ciclo de desenvolvimento dos ovários, o que favorece a transmissão das doenças que esse mosquito transmite. 

Embora essas fêmeas possam ingerir o sangue de outros animais, elas têm preferência pelo sangue humano. Elas nos rastreiam através do calor do corpo, do gás carbônico quando respiramos, do vapor de água e de outras substâncias do nosso suor, entre outros fatores. 

As fêmeas dos mosquitos do Método Wolbachia vão continuar nos picando, mas elas não vão transmitir doenças. Lembre-se: esse método é complementar! Então continue realizando as medidas de controle dessas doenças, usando repelente, telas nas janelas e eliminando criadouros de mosquitos. 

Qual o seu sentimento quando descobre que foi picado por um Aedes aegypti aegypti?

Fonte: "Dengue: teorias e práticas", Organizadores: Denise Valle, Denise Nacif Pimenta, Rivaldo Venâncio da Cunha, @editorafiocruz

Você sabia que são as fêmeas de mosquito que nos picam e não os machos? Elas fazem isso para desenvolver seus ovários e, assim, conseguirem colocar seus ovos. O interessante é que as fêmeas de Aedes aegypti, diferentemente de outros mosquitos, suga o sangue de várias pessoas em cada ciclo de desenvolvimento dos ovários, o que favorece a transmissão das doenças que esse mosquito transmite. Embora essas fêmeas possam ingerir o sangue de outros animais, elas têm preferência pelo sangue humano. Elas nos rastreiam através do calor do corpo, do gás carbônico quando respiramos, do vapor de água e de outras substâncias do nosso suor, entre outros fatores. As fêmeas dos mosquitos do Método Wolbachia vão continuar nos picando, mas elas não vão transmitir doenças. Lembre-se: esse método é complementar! Então continue realizando as medidas de controle dessas doenças, usando repelente, telas nas janelas e eliminando criadouros de mosquitos. Qual o seu sentimento quando descobre que foi picado por um Aedes aegypti aegypti? Fonte: "Dengue: teorias e práticas", Organizadores: Denise Valle, Denise Nacif Pimenta, Rivaldo Venâncio da Cunha, @editorafiocruz #picada #Aedesaegypti #ovos #sangue #mosquito #entomologia #biologia #métodowolbachia #ovario #femea #ciencia #divulgacaocientifica #hematofago

Método Wolbachia, além de combate às arboviroses, também é divulgação científica! É dica de filme sobre ciência que você quer? Fizemos uma lista de 5 títulos imperdíveis. Arraste para o lado e confira. >>>

Você já assistiu algum deles? E qual outro filme ficou faltando na nossa lista? Escreve nos comentários!

Método Wolbachia, além de combate às arboviroses, também é divulgação científica! É dica de filme sobre ciência que você quer? Fizemos uma lista de 5 títulos imperdíveis. Arraste para o lado e confira. >>> Você já assistiu algum deles? E qual outro filme ficou faltando na nossa lista? Escreve nos comentários! #divulgacaocientifica #filmes #indicacaodefilmes #ciencia #filmescientificos #netflix #amazonprime #looke #cinema

 
O Método Wolbachia é eficaz e nós podemos provar! Na cidade de Yogyakarta, na Indonésia, houve uma redução de 77% nos casos de dengue em locais onde o Aedes aegypti com Wolbachia foi liberado.

Lá foi realizado um estudo clínico randomizado controlado (sigla em inglês RCT) que mostrou essa redução. Este tipo de estudo é padrão-ouro em comprovação epidemiológica e serve para comprovar a eficácia de uma estratégia de controle de uma doença. 

O estudo teve a duração de três anos e foi conduzido numa área que conta com 312 mil habitantes. O ensaio envolveu 8.144 participantes entre 3 e 45 anos que apresentaram doença febril aguda. A quantidade de hospitalização por dengue também reduziu em 86%, nos locais com os mosquitos com Wolbachia.

Esses resultados mostram que o estabelecimento da Wolbachia reduz a incidência de dengue. A partir deles, esperamos que o Método Wolbachia se torne amplamente utilizado pelos governos dos países afetados pelas doenças transmitidas pelo Aedes aegypti.

Você sabia que está acontecendo o mesmo estudo clínico em Belo Horizonte?

O Método Wolbachia é eficaz e nós podemos provar! Na cidade de Yogyakarta, na Indonésia, houve uma redução de 77% nos casos de dengue em locais onde o Aedes aegypti com Wolbachia foi liberado. Lá foi realizado um estudo clínico randomizado controlado (sigla em inglês RCT) que mostrou essa redução. Este tipo de estudo é padrão-ouro em comprovação epidemiológica e serve para comprovar a eficácia de uma estratégia de controle de uma doença. O estudo teve a duração de três anos e foi conduzido numa área que conta com 312 mil habitantes. O ensaio envolveu 8.144 participantes entre 3 e 45 anos que apresentaram doença febril aguda. A quantidade de hospitalização por dengue também reduziu em 86%, nos locais com os mosquitos com Wolbachia. Esses resultados mostram que o estabelecimento da Wolbachia reduz a incidência de dengue. A partir deles, esperamos que o Método Wolbachia se torne amplamente utilizado pelos governos dos países afetados pelas doenças transmitidas pelo Aedes aegypti. Você sabia que está acontecendo o mesmo estudo clínico em Belo Horizonte? #Indonesia #yogy #Wolbachia #MétodoWolbachia #saude #RCT #estudo #pesquisa #dengue #ciencia #divulgacaocientifica #Fiocruz

Já imaginou seu filho aprendendo a se prevenir da dengue, DSTs e entendendo sobre saúde bucal dentro da escola? Esse projeto existe e seu nome é PSE. Você já ouviu falar dele? PSE é a sigla para Programa Saúde na Escola.

Esse programa governamental visa à integração e articulação permanente da educação e da saúde, proporcionando melhoria da qualidade de vida da população brasileira.

O PSE tem como objetivo contribuir para a formação integral dos estudantes por meio de ações de promoção, prevenção e atenção à saúde. Além disso, o programa busca enfrentar situações vulneráveis às quais crianças e jovens da rede pública de ensino passam e que possam influenciar no desenvolvimento delas.

As ações realizadas através do PSE preveem estratégias firmadas entre a escola, a partir de seu projeto político-pedagógico, e a unidade básica de saúde.

O Método Wolbachia fez atividades em conjunto com as equipes do programa. Em parceria, realizamos palestras em escolas e feiras de ciência. Elas também nos ajudaram distribuindo nosso material educativo nas ações que realizavam.

Já imaginou seu filho aprendendo a se prevenir da dengue, DSTs e entendendo sobre saúde bucal dentro da escola? Esse projeto existe e seu nome é PSE. Você já ouviu falar dele? PSE é a sigla para Programa Saúde na Escola. Esse programa governamental visa à integração e articulação permanente da educação e da saúde, proporcionando melhoria da qualidade de vida da população brasileira. O PSE tem como objetivo contribuir para a formação integral dos estudantes por meio de ações de promoção, prevenção e atenção à saúde. Além disso, o programa busca enfrentar situações vulneráveis às quais crianças e jovens da rede pública de ensino passam e que possam influenciar no desenvolvimento delas. As ações realizadas através do PSE preveem estratégias firmadas entre a escola, a partir de seu projeto político-pedagógico, e a unidade básica de saúde. O Método Wolbachia fez atividades em conjunto com as equipes do programa. Em parceria, realizamos palestras em escolas e feiras de ciência. Elas também nos ajudaram distribuindo nosso material educativo nas ações que realizavam. #pse #educacao #saude #escola #divulgacaocientifica #ciencia #SaudePublica

O Método Wolbachia já apresenta resultados positivos na redução de casos de dengue e chikungunya no mundo!

Na Austrália houve uma redução de 96% dos casos de dengue na cidade de Cairns. Lá não há surto de dengue nos últimos 5 anos.

Na Indonésia, ano passado, foram apresentados os resultados do estudo clínico randomizado controlado (sigla em inglês RCT) que mostrou uma redução de 77% na incidência de dengue em Yogyakarta, em comparação aos lugares da cidade que não receberam liberações dos Aedes aegypti com Wolbachia.

No Brasil, resultados preliminares apontam redução de até 77% nos casos de dengue e de 60% nos casos de chikungunya na cidade de Niterói (RJ). No Vietnã, a incidência de dengue em Vinh Luong diminuiu 86% em comparação com a cidade vizinha de Nha Trang.

Em Belo Horizonte (MG) está sendo realizado um estudo clínico randomizado controlado, tal como realizado na Indonésia, com o objetivo de trazer mais evidências da eficácia do Método Wolbachia. 

Em qual cidade do Brasil você quer ver o Método Wolbachia?

O Método Wolbachia já apresenta resultados positivos na redução de casos de dengue e chikungunya no mundo! Na Austrália houve uma redução de 96% dos casos de dengue na cidade de Cairns. Lá não há surto de dengue nos últimos 5 anos. Na Indonésia, ano passado, foram apresentados os resultados do estudo clínico randomizado controlado (sigla em inglês RCT) que mostrou uma redução de 77% na incidência de dengue em Yogyakarta, em comparação aos lugares da cidade que não receberam liberações dos Aedes aegypti com Wolbachia. No Brasil, resultados preliminares apontam redução de até 77% nos casos de dengue e de 60% nos casos de chikungunya na cidade de Niterói (RJ). No Vietnã, a incidência de dengue em Vinh Luong diminuiu 86% em comparação com a cidade vizinha de Nha Trang. Em Belo Horizonte (MG) está sendo realizado um estudo clínico randomizado controlado, tal como realizado na Indonésia, com o objetivo de trazer mais evidências da eficácia do Método Wolbachia. Em qual cidade do Brasil você quer ver o Método Wolbachia? #australia #Indonesia #vietna #RCT #estudo #ciencia #biologia #entomologia #saude #pesquisa #dengue #niteroi #nikiti #yogy #dengue #Wolbachia

 
O resultado do estudo clínico randomizado controlado do @wmpglobal e @monash_uni em Yogyakarta, na Indonésia, foi publicado na revista científica de medicina mundialmente conhecida @thenewenglandofmedicine

Um grande passo na busca para proteger milhões de pessoas contra doenças transmitidas por mosquitos.

No nosso IGTV confira o vídeo: "Análise de impactos do WMP com os mosquitos com Wolbachia" com a Dra. Katie Anders, diretora de analise de impactos do WMP e entenda como aconteceu esse estudo!

E na nossa Bio você consegue acessar o artigo científico completo.

O resultado do estudo clínico randomizado controlado do @wmpglobal e @monash_uni em Yogyakarta, na Indonésia, foi publicado na revista científica de medicina mundialmente conhecida @thenewenglandofmedicine Um grande passo na busca para proteger milhões de pessoas contra doenças transmitidas por mosquitos. No nosso IGTV confira o vídeo: "Análise de impactos do WMP com os mosquitos com Wolbachia" com a Dra. Katie Anders, diretora de analise de impactos do WMP e entenda como aconteceu esse estudo! E na nossa Bio você consegue acessar o artigo científico completo. #Wolbachia #dengue #RCT_Yogya

Acontece um sutil aumento, mas a quantidade de mosquitos volta a se equilibrar depois que encerramos as liberações dos Wolbitos, Aedes aegypti com Wolbachia. 

A equipe do Método Wolbachia realiza estudos para que esse aumento seja pouco perceptível na região. A duração das liberações é de 16 semanas e, depois disso, ao perceber que o nível de Wolbachia está alto, interrompemos as solturas.

Como o cruzamento entre um mosquito macho com Wolbachia e uma fêmea sem a bactéria não gerar filhotes, este fator na reprodução faz com que a quantidade de mosquitos volte ao patamar anterior às liberações.

E além disso, a população local estará protegida contra a dengue, Zika e chikungunya. 

Você já ouviu falar no Método Wolbachia? Quais são suas dúvidas sobre esse método de controle das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti?

Acontece um sutil aumento, mas a quantidade de mosquitos volta a se equilibrar depois que encerramos as liberações dos Wolbitos, Aedes aegypti com Wolbachia. A equipe do Método Wolbachia realiza estudos para que esse aumento seja pouco perceptível na região. A duração das liberações é de 16 semanas e, depois disso, ao perceber que o nível de Wolbachia está alto, interrompemos as solturas. Como o cruzamento entre um mosquito macho com Wolbachia e uma fêmea sem a bactéria não gerar filhotes, este fator na reprodução faz com que a quantidade de mosquitos volte ao patamar anterior às liberações. E além disso, a população local estará protegida contra a dengue, Zika e chikungunya. Você já ouviu falar no Método Wolbachia? Quais são suas dúvidas sobre esse método de controle das doenças transmitidas pelo Aedes aegypti? #mosquito #Wolbito #Aedesaegypti #Wolbachia #dengue #Zika #Chikungunya #saude #liberacao #Fiocruz #MétodoWolbachia

Imagine uma tecnologia capaz de reduzir mais da metade dos casos de dengue de uma cidade. Isso é possível! O Método Wolbachia contribuiu para redução de até 77% dos casos de dengue nos bairros que receberam os Wolbitos, Aedes aegypti com Wolbachia, em Niterói.

Além dos até 77% menos notificações de dengue, também tivemos 60% menos casos de chikungunya na cidade.

Niterói foi uma das primeiras cidades, junto com o Rio de Janeiro, a receber os mosquitos do Método Wolbachia. Em 2014, a população do bairro de Jurujuba começou a ser protegida pelos mosquitos que ajudam no combate à dengue, Zika e chikungunya. 

Este bairro mantém números elevados de presença de Wolbachia, com valores sempre acima de 90%, mesmo não havendo, há mais de cinco anos, liberação de Aedes aegypti com Wolbachia nesse bairro.

Em qual município você gostaria de ver o Método Wolbachia?

@curtoniteroi

Imagine uma tecnologia capaz de reduzir mais da metade dos casos de dengue de uma cidade. Isso é possível! O Método Wolbachia contribuiu para redução de até 77% dos casos de dengue nos bairros que receberam os Wolbitos, Aedes aegypti com Wolbachia, em Niterói. Além dos até 77% menos notificações de dengue, também tivemos 60% menos casos de chikungunya na cidade. Niterói foi uma das primeiras cidades, junto com o Rio de Janeiro, a receber os mosquitos do Método Wolbachia. Em 2014, a população do bairro de Jurujuba começou a ser protegida pelos mosquitos que ajudam no combate à dengue, Zika e chikungunya. Este bairro mantém números elevados de presença de Wolbachia, com valores sempre acima de 90%, mesmo não havendo, há mais de cinco anos, liberação de Aedes aegypti com Wolbachia nesse bairro. Em qual município você gostaria de ver o Método Wolbachia? @curtoniteroi #niteroi #nikiti #estadodorio #Wolbachia #Fiocruz #Aedesaegypti #saude #MétodoWolbachia #Wolbito

É o vírus da dengue que deixa as pessoas doentes e não o mosquito.

O Aedes aegypti e outros mosquitos da natureza precisam de sangue para o seu metabolismo durante a reprodução. É aí que a fêmea te pica. Se você estiver doente, o vírus passa para o mosquito, se replica e em alguns dias pode ser transmitido para outra pessoa. 

O vírus da dengue, que também deixa o mosquito doente, entra no corpo da pessoa e causa todos os problemas. Ao longo dos anos, esse vírus se adaptou muito bem ao organismo do mosquito para se perpetuar na natureza. 

Nós do Método Wolbachia utilizamos o próprio mosquito como aliado no combate a essa doença. Sabe como? Impedindo que o vírus da dengue se desenvolva dentro do mosquito e que não seja transmitido para outras pessoas. Assim, conseguimos reduzir os casos dessas e das outras doenças que o Aedes aegypti transmite. 

Em Yogyakarta, na Indonésia, um estudo mostrou que em lugares que liberamos Aedes aegypti com Wolbachia tivemos menos 77% de casos de dengue. E em Niterói, no Estado do Rio de Janeiro, tivemos uma redução de até 77% nos casos de dengue e 60% de chikungunya. 

Você já pegou dengue? Conte pra gente o que sentiu.

Ah, e só lembrando, o Método Wolbachia é complementar. Para combater a dengue você deve continuar eliminando os criadouros de mosquitos em casa e estabelecimentos comerciais.

É o vírus da dengue que deixa as pessoas doentes e não o mosquito. O Aedes aegypti e outros mosquitos da natureza precisam de sangue para o seu metabolismo durante a reprodução. É aí que a fêmea te pica. Se você estiver doente, o vírus passa para o mosquito, se replica e em alguns dias pode ser transmitido para outra pessoa. O vírus da dengue, que também deixa o mosquito doente, entra no corpo da pessoa e causa todos os problemas. Ao longo dos anos, esse vírus se adaptou muito bem ao organismo do mosquito para se perpetuar na natureza. Nós do Método Wolbachia utilizamos o próprio mosquito como aliado no combate a essa doença. Sabe como? Impedindo que o vírus da dengue se desenvolva dentro do mosquito e que não seja transmitido para outras pessoas. Assim, conseguimos reduzir os casos dessas e das outras doenças que o Aedes aegypti transmite. Em Yogyakarta, na Indonésia, um estudo mostrou que em lugares que liberamos Aedes aegypti com Wolbachia tivemos menos 77% de casos de dengue. E em Niterói, no Estado do Rio de Janeiro, tivemos uma redução de até 77% nos casos de dengue e 60% de chikungunya. Você já pegou dengue? Conte pra gente o que sentiu. Ah, e só lembrando, o Método Wolbachia é complementar. Para combater a dengue você deve continuar eliminando os criadouros de mosquitos em casa e estabelecimentos comerciais. #dengue #Aedesaegypti #MétodoWolbachia #Wolbachia #biogologia #entomologia #virus #ciencia #divulgacaocientifica #Fiocruz

 
Quando você fica doente, não é importante fazer o diagnóstico para saber do que se trata? O diagnóstico vai identificar o problema, investigar as causas e buscar soluções. E no Método Wolbachia não seria diferente.

É a nossa equipe de diagnóstico que comprova que as liberações estão dando certo. O laboratório de diagnóstico recebe as amostras do monitoramento de campo para extrair o DNA dos mosquitos. A partir desse processo, são realizadas algumas análises importantes:

Análises frequentes dos nossos mosquitos para termos certeza de que só liberamos Aedes aegypti com Wolbachia.

Verificação periódica da resistência dos nossos Aedes aegypti a inseticidas. Porque tentamos manter ao máximo os nossos mosquitos semelhantes aos de campo para que tenham as mesmas chances de sobreviver, se reproduzir e se estabelecer no local de liberação. 

O famoso PCR em tempo real e o LAMP, duas técnicas de biologia molecular, indicam se os mosquitos capturados têm ou não Wolbachia e, a partir disso, sabemos se os Wolbitos estão se estabelecendo em campo.

Com essa equipe em ação, sabemos que está tudo correndo bem. Eles são o termômetro do Método Wolbachia.

Quando você fica doente, não é importante fazer o diagnóstico para saber do que se trata? O diagnóstico vai identificar o problema, investigar as causas e buscar soluções. E no Método Wolbachia não seria diferente. É a nossa equipe de diagnóstico que comprova que as liberações estão dando certo. O laboratório de diagnóstico recebe as amostras do monitoramento de campo para extrair o DNA dos mosquitos. A partir desse processo, são realizadas algumas análises importantes: Análises frequentes dos nossos mosquitos para termos certeza de que só liberamos Aedes aegypti com Wolbachia. Verificação periódica da resistência dos nossos Aedes aegypti a inseticidas. Porque tentamos manter ao máximo os nossos mosquitos semelhantes aos de campo para que tenham as mesmas chances de sobreviver, se reproduzir e se estabelecer no local de liberação. O famoso PCR em tempo real e o LAMP, duas técnicas de biologia molecular, indicam se os mosquitos capturados têm ou não Wolbachia e, a partir disso, sabemos se os Wolbitos estão se estabelecendo em campo. Com essa equipe em ação, sabemos que está tudo correndo bem. Eles são o termômetro do Método Wolbachia. #diagnóstico #MétodoWolbachia #analise #WMPBrasil #Wolbachia #PCR #BiologiaMolecular #biotecnologia #Wolbito #laboratorio

Na próxima semana, novas áreas de Belo Horizonte (MG) vão começar a receber os Wolbitos! 

O Método Wolbachia da Fiocruz, em parceria com a Prefeitura de Belo Horizonte, dará início, a partir desta segunda-feira, 31, à liberação de Wolbitos, os mosquitos Aedes aegypti com Wolbachia. Essa nova rodada de solturas acontecerá em mais três regionais: Barreiro, Leste e Oeste. 

Os mosquitos são criados na biofábrica do Método Wolbachia e serão liberados semanalmente pelas equipes da Secretaria Municipal de Saúde e do WMP Brasil/Fiocruz. 

Este método consiste na liberação desses mosquitos para que se reproduzam com os Aedes aegypti locais e seja estabelecida uma população de insetos, todos com Wolbachia, para, assim, ajudar na redução dos casos de dengue, Zika e chikungunya na região.

Na primeira etapa do projeto, foram liberados mosquitos nas regionais Venda Nova, Norte e Noroeste. Já na segunda, foi a vez das regionais Centro Sul, Nordeste e Pampulha. Nestas áreas, o trabalho de monitoramento dos mosquitos segue sendo realizado e a tendência é o aumento gradual e natural dos mosquitos com Wolbachia.

Quem é de BH e vai receber ou já recebeu os Wolbitos que ajudam a combater a dengue, Zika e chikungunya levanta a mão ✋

@prefeiturabh @alexandrekaliloficial @saudemg @governomg

Na próxima semana, novas áreas de Belo Horizonte (MG) vão começar a receber os Wolbitos! O Método Wolbachia da Fiocruz, em parceria com a Prefeitura de Belo Horizonte, dará início, a partir desta segunda-feira, 31, à liberação de Wolbitos, os mosquitos Aedes aegypti com Wolbachia. Essa nova rodada de solturas acontecerá em mais três regionais: Barreiro, Leste e Oeste. Os mosquitos são criados na biofábrica do Método Wolbachia e serão liberados semanalmente pelas equipes da Secretaria Municipal de Saúde e do WMP Brasil/Fiocruz. Este método consiste na liberação desses mosquitos para que se reproduzam com os Aedes aegypti locais e seja estabelecida uma população de insetos, todos com Wolbachia, para, assim, ajudar na redução dos casos de dengue, Zika e chikungunya na região. Na primeira etapa do projeto, foram liberados mosquitos nas regionais Venda Nova, Norte e Noroeste. Já na segunda, foi a vez das regionais Centro Sul, Nordeste e Pampulha. Nestas áreas, o trabalho de monitoramento dos mosquitos segue sendo realizado e a tendência é o aumento gradual e natural dos mosquitos com Wolbachia. Quem é de BH e vai receber ou já recebeu os Wolbitos que ajudam a combater a dengue, Zika e chikungunya levanta a mão ✋ @prefeiturabh @alexandrekaliloficial @saudemg @governomg #belohorizonte #BH #minas #mineirinho #uai #MétodoWolbachia #Fiocruz #saude #divulgacaocientifica #Aedesaegypti #dengue #Zika #Chikungunya #SaudePublica #Wolbito #Wolbachia

Você sabia que só as fêmeas de mosquitos picam a gente?

Isso mesmo! As fêmeas de Aedes aegypti precisam do nosso sangue para produzir seus ovos, enquanto os machos dessa espécie se alimentam somente de substâncias açucaradas de origem vegetal, como néctar de flores, nectários extraflorais e frutas. 

A fêmea também se alimenta dessas substâncias vegetais para conseguir energia, porém é através da alimentação sanguínea que ela consegue amadurecer seus ovos e depositá-los nos criadouros. 

Elas gostam de colocar seus ovos nas paredes de recipientes que acumulam água. Então, para não correr o risco de pegar dengue, Zika ou chikungunya, faça sempre a vistoria em casa e no quintal para eliminar os focos de mosquito.

Você sabia que só as fêmeas de mosquitos picam a gente? Isso mesmo! As fêmeas de Aedes aegypti precisam do nosso sangue para produzir seus ovos, enquanto os machos dessa espécie se alimentam somente de substâncias açucaradas de origem vegetal, como néctar de flores, nectários extraflorais e frutas. A fêmea também se alimenta dessas substâncias vegetais para conseguir energia, porém é através da alimentação sanguínea que ela consegue amadurecer seus ovos e depositá-los nos criadouros. Elas gostam de colocar seus ovos nas paredes de recipientes que acumulam água. Então, para não correr o risco de pegar dengue, Zika ou chikungunya, faça sempre a vistoria em casa e no quintal para eliminar os focos de mosquito. #Aedesaegypti #mosquito #10minutoscontraadengue #fêmea #Fiocruz #saude #divulgacaocientifica #entomologia #insetos #Wolbito

Parabéns, Fiocruz, pelos 121 anos de existência levando ciência para todo o Brasil e o mundo!

A instituição foi inaugurada em 1900 com o nome de Instituto Soroterápico Federal. Originalmente foi criada para fabricar soros e vacinas contra a peste bubônica. A história da Fiocruz  se confunde com o próprio desenvolvimento da saúde pública no país.

No comando de Oswaldo Cruz, o Instituto foi responsável pela reforma sanitária que erradicou a epidemia de peste bubônica e a febre amarela no Rio de Janeiro, capital da república à época.

Nos primeiros anos do século 21, alcançou grandes avanços científicos, com feitos como o deciframento do genoma da bactéria usada na vacina contra a tuberculose. A Fiocruz tem uma trajetória muito bem sucedida, que ganhou novos passos com a criação de escritórios em diversos estados do país.

Hoje, está no país a frente do combate a maior pandemia do século, produzindo vacinas e imunizando milhares de brasileiros contra a covid-19. 

Qual serviço que a Fiocruz oferece que você acha essencial para os brasileiros?

Foto: Leonardo Oliveira

Parabéns, Fiocruz, pelos 121 anos de existência levando ciência para todo o Brasil e o mundo! A instituição foi inaugurada em 1900 com o nome de Instituto Soroterápico Federal. Originalmente foi criada para fabricar soros e vacinas contra a peste bubônica. A história da Fiocruz se confunde com o próprio desenvolvimento da saúde pública no país. No comando de Oswaldo Cruz, o Instituto foi responsável pela reforma sanitária que erradicou a epidemia de peste bubônica e a febre amarela no Rio de Janeiro, capital da república à época. Nos primeiros anos do século 21, alcançou grandes avanços científicos, com feitos como o deciframento do genoma da bactéria usada na vacina contra a tuberculose. A Fiocruz tem uma trajetória muito bem sucedida, que ganhou novos passos com a criação de escritórios em diversos estados do país. Hoje, está no país a frente do combate a maior pandemia do século, produzindo vacinas e imunizando milhares de brasileiros contra a covid-19. Qual serviço que a Fiocruz oferece que você acha essencial para os brasileiros? Foto: Leonardo Oliveira #Fiocruz #saude #SaudePublica #OswaldoCruz #rio #Vacina #covid #soros #historia @oficialfiocruz

 
Você sabe o que é Método de Controle Biológico? É aquele que usa um organismo para combater outro. 

A introdução da bactéria Wolbachia nas células do Aedes aegypti é uma forma de controle biológico, já que utiliza esse microrganismo para impedir que a dengue, Zika e chikungunya se desenvolvam dentro do mosquito, reduzindo assim a transmissão dessas doenças.

O guarú, lebiste selvagem ou barrigudinho, também é uma arma no combate à dengue. Esse peixinho se alimenta das larvas do mosquito e interrompe o ciclo de reprodução dele.

A bactéria Bacillus thuringiensis israelensis, ou Bti, representa uma outra alternativa eficiente no controle dessas doenças. Apesar de algumas restrições, este organismo mata a larva do Aedes aegypti de diferentes maneiras. 

O Método Wolbachia é complementar a todas as formas de controle de doenças. Por isso, é necessário que órgãos públicos e população continuem realizando ações de combate a dengue, Zika e chikungunya na sua cidade. 

Qual tipo de controle você utiliza para combater a dengue, Zika e chikungunya?

Você sabe o que é Método de Controle Biológico? É aquele que usa um organismo para combater outro. A introdução da bactéria Wolbachia nas células do Aedes aegypti é uma forma de controle biológico, já que utiliza esse microrganismo para impedir que a dengue, Zika e chikungunya se desenvolvam dentro do mosquito, reduzindo assim a transmissão dessas doenças. O guarú, lebiste selvagem ou barrigudinho, também é uma arma no combate à dengue. Esse peixinho se alimenta das larvas do mosquito e interrompe o ciclo de reprodução dele. A bactéria Bacillus thuringiensis israelensis, ou Bti, representa uma outra alternativa eficiente no controle dessas doenças. Apesar de algumas restrições, este organismo mata a larva do Aedes aegypti de diferentes maneiras. O Método Wolbachia é complementar a todas as formas de controle de doenças. Por isso, é necessário que órgãos públicos e população continuem realizando ações de combate a dengue, Zika e chikungunya na sua cidade. Qual tipo de controle você utiliza para combater a dengue, Zika e chikungunya? #dengue #Aedesaegypti #saude #entomologia #biologia #MétodoWolbachia #controle #Zika #peixinho #BTI #mosquito #Fiocruz

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